Coletânea organizada pelo poeta Joaquim Sustelo em Portugal, com autores de Língua Portuguesa de vários países, editada em 2011. Minha participação com "Minha Rota de Sucessos" e "Armadilhas da Poesia" está nas pág.: 163 e 164.
Meus textos a respeito:
Dia 25/11/2011, sexta-feira, a partir das 20 h, lançamento da II Coletânea Poética do Guará, no Teatro do Guará (ao lado da Feira Permanente). Estou nessa também.
Participei da Primeira Coletânea Poética do Guará a convite do Didi, através do Projeto GUARARTE. Foi muito bom. Hoje há alguns exemplares dessa coletânea circulando em Portugal, através da Biblioteca Central de Lisboa. Agora está sendo lançada a Segunda Coletânea Poética do Guará, realizada com recursos institucionais, para qual também fui selecionada. Para quem não conhece, esclareço que o Didi é um grande poeta e um grande amigo, que apoia e promove outros poetas com generosidade, e que o Teatro do Guará é um local muito aprazível, ideal para eventos como este.
O lançamento da II Coletânea Poética do Guará, organizada por Adilson Cordeiro, o Didi, convenceu-me que desta vez meu trabalho foi prestigiado como deveria ser. Evento de poesia tem que ser como esse: em local adequado, com programação bem pensada, serviço de som de boa qualidade. O resultado é que o público participa atentamente de cada momento. Poetas mirins se revelaram e surpreenderam os presentes com seu talento. Entre um e outro bloco de poesias, música de boa qualidade interagia com o público. Tão felizes estávamos que, depois de encerrado o evento, ficamos para as fotos e a confraternização no hall do teatro, entre um e outro salgadinho regado a sucos e refrigerantes, sem pressa e com aquele sabor de quero mais.
Segundo reportagem do Correio Brasiliense http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2011/11/10/interna_diversao_arte,277841/principal-evento-literario-de-brasilia-a-30-feira-do-livro-comeca-amanha.shtml , a Feira do Livro não contou com a participação da Secretaria de Cultura do DF. O local alugado pelo Governo é espaçoso, mas de difícil acesso para quem não tem automóvel. Além disso, com telhado de zinco e carpete, o calor é intenso. Fraca é o adjetivo que classifica esta Feira do Livro. Que pena!
Minha família é enorme! São tantos braços e pernas e olhos e vozes e versos e abraços e beijos... Cada um quer falar mais e mais alto, contar suas histórias, zoar com o outro, especialmente quando nos juntamos em torno de uma caixa de fotos antigas:
- Como era feio!
- Nossa, estava magrinha!
- Que roupa mais esquisita!
Família é bom demais!
- Junta aí pra foto! Junta mais...
Não sou a favor do meio ambiente por estar na moda dizer que é bom ou bonito ser ambientalista. Já nasci assim (no interior de Goiás), vivi assim ( no meio de hortas caseiras, colhendo frutos do pé e cuidando de animais), cresci olhando para cima (sol, lua, estrelas) e para baixo (terra, água, adubo). Só me sinto feliz no meio de plantas, pássaros, cachorros, lagartixas... Mato baratas e formigas dentro de casa (com pena), tenho nojo de ratos e morro de medo de mães-corujas em vigília aos seus ninhos. Acho lindo ver um sapo saltando, uma cobra rastejando, um porco roncando, uma vaca mugindo. Sou apaixonada pelo tamanduá-bandeira e pelo lobo-guará (choro por eles quando o cerrado pega fogo). Agora mesmo plantei girassóis ao redor da minha horta. Vocês vão ver como tudo vai ficar lindo antes do Natal. Amo as minhas stévias, sálvias, melissas, cavalinhas, capuchinhas... o meu jambu, bálsamo, alecrim.
Na foto - melão de são caetano gigante que tem atraído muitas pessoas a procura de suas sementes.